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Matérias :: Mitos e verdades sobre a DIETA da DNA

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1- Descubra quais alimentos são neutros, os benéficos que funcionam como verdadeiros remédios e os maléficos que são verdadeiros venenos em seu organismo

Resposta: Para cada tipo genético, de cada pessoa que vai aderir à prática da dieta do DNA (seguindo a dieta do tipo sanguíneo), existem alimentos os quais se amoldam perfeitamente às necessidades nutricionais de sua constituição genética (seu genoma) e que estimulam os seus genes a se manifestarem da maneira mais saudável. Existem, também, aqueles alimentos que modulam o funcionamento dos mesmos genes de modo a os forçar à manifestação de doenças sendo, por isso, contra-indicados para o padrão genético daquela pessoa específica. Já, os alimentos neutros para cada indivíduo, são aqueles que não afetam o funcionamento dos seus genes. Para melhorar as suas chances de estar consumindo os alimentos favoráveis aos seus genes, desviando dos alimentos que fazem seus genes se comportarem patologicamente, siga as recomendações do nosso guia alimentar para o seu tipo sanguíneo (genético) específico.

2- O por que você precisa acrescentar os suplementos junto a sua alimentação diária

Resposta: Primeiro, vamos considerar a nossa dificuldade rotineira, a nossa luta diária; a quase impossibilidade de estarmos tomando todas as nossas refeições dentro de um patamar de qualidade que possamos o avaliar como aquele ideal.

De mais a mais, por mais que procuremos aprimorar a qualidade de nossa nutrição, a composição dos alimentos consumidos em nosso dia a dia, não nos garante a quantidade de nutrientes essenciais em níveis ótimos de todos os componentes nutricionais importantes como seria o desejável. Outro fator crítico, também, é que quando procuramos consumir a quantidade de alimentos que nos garanta o ótimo nível de nutrientes essenciais a carga calórica assimilada em nossas refeições nessa condição, dentro desse nosso esforço, tende a ultrapassar os limites prudentes, levando-nos a engordar.

É bom lembrar, também, aproveitando o gancho, que as dietas muito restritas em calorias, acabam arrastando para baixo o teor de nutrientes essenciais consumidos pelos seus praticantes, a níveis críticos que ameaçam seriamente a saúde desses cidadãos. O que fazer, então? A resposta a essa pergunta é muito simples: Consumir alimentos concentrados em nutrientes essenciais, de modo que tenhamos uma farta fonte desses componentes e, ao mesmo tempo, com baixo consumo calórico.

Onde encontramos isso? Nos suplementos nutricionais de qualidade ou no plano detox. Não devemos, no entanto, dispensar a alimentação balanceada convencional. Pois, existem os nutrientes ditos funcionais que exercem ações medicinais em nosso organismo, presentes nos nossos alimentos do dia a dia e, normalmente, não presentes nos suplementos nutricionais. Devemos, sim, saber quais são esses alimentos e consumi-los em nossas refeições (veja nosso guia alimentar), juntamente com suplementos nutricionais de qualidade. Exatamente, é nessa poderosa combinação que se baseia o fundamento dos benefícios do nosso kit ABO NutriPlus/Dieta do DNA.

3- O nosso solo é pobre em nutrientes?

Resposta: Sem duvida alguma, especialmente no que diz respeito à pobreza mineral de nosso solo. E, isso, aparentemente, acaba repercutindo em termos do desempenho físico e intelectual do(s) povo(s) que habita(m) os territórios onde seus solos sejam ricos ou pobres em minerais. Nos Estados Unidos, por exemplo, existe uma lei federal que obriga a que todo terreno agricultável, receba o enriquecimento mineral que se exige, de acordo com a sua deficiência em minerais.

Coincidência ou não, os Estados Unidos são uma das maiores potências olímpicas e também uma grande potência intelectual no cenário mundial. A cenoura de lá, não é a mesma cenoura cultivada em nosso país. O mesmo desnível de resultados nas avaliações comparativas quanto aos valores nutricionais dos horti-fruti americanos e brasileiros se verifica, também (além da cenoura) com a alface, a maçã, o pepino, o tomate, a batata, etc., etc. É bem verdade, também, que os Estados Unidos são o país mais obeso do mundo. Mas, isso ocorre para quem come errado.

Para quem busca uma alimentação racional e saudável (como os atletas e intelectuais), as hortaliças e frutas cultivadas em solo americano propiciam, aos seus cidadãos, um maior destaque em seus vigores físico e intelectual, se as compararmos com os mesmos produtos nacionais, cultivados em solo brasileiro, para os brasileiros.

4- Porque você tem que comer alimentos de acordo com seu grupo sanguíneo?

Resposta: Sabemos, todos, que os grupos sanguíneos a que pertencem os cidadãos do mundo, se tratam de uma característica determinada geneticamente. Ou seja, as pessoas que pertencem a cada um dos grupos sanguíneos (A, B, AB ou O), têm uma característica genética específica para pertencerem a esse ou aquele tipo sanguíneo. Onde, os genes que determinam cada tipo de sangue fornecem uma “pista” que nos permite entrever outros fatores genéticos; entre os quais, aqueles que comandam a digestão dos alimentos que consumimos como, também, a absorção e aproveitamento dos nutrientes de tudo que comemos. Uma vez conhecendo essa “deixa”, se torna viável ajustarmos o nosso hábito alimentar àquele estilo mais adequado à nossa genética individual, com base em nosso tipo sanguíneo. As duas modalidades de Ciência mais jovens dentre todas as outras, surgiram a partir dos frutos do Projeto Genoma Humano concluído em 2003 e que são, respectivamente, a Epigenética e a Nutrigenômica.

Podemos dizer que a Nutrigenômica está inserida dentro do âmbito do campo de estudo da Epigenética. É que a Epigenética é o ramo da Genética que estuda a interação dos nossos genes com os estímulos ambientais em geral. Já, a Nutrigenômica estuda especificamente a influência da Nutrição (como um dos diversos fatores ambientais interferentes na Epigenética) na maneira como os nossos genes funcionam. Ou seja: em última análise, lançando uma luz na distinção entre a Epigenética e a Nutrigenômica, a diferença entre as duas ciências é apenas a especificação (no caso da Nutrigenômica) de qual estímulo ambiental irá atuar e, como ele irá interferir na maneira como os genes comandam o funcionamento de nosso metabolismo. Portanto, a Nutrigenômica nada mais é do que uma modalidade de estudo específica dentro do amplo campo da Epigenética. Ou seja, acoplando a primeira parte da explicação relativa à dieta do tipo sanguíneo, acrescida desta última explanação sobre a Epigenética e a Nutrigenômica podemos, então, concluir que: a prática da dieta do DNA (na forma da dieta do tipo sanguíneo) é a forma como, hoje, no estágio de evolução da Nutrigenômica, podemos praticar (ainda que em uma escala bem mais modesta) aquele padrão de alimentação recomendada por essa promissora nova ciência (ainda engatinhando) no campo da Nutrição.

 

5- É possível viver mais e prevenir doenças de acordo com a alimentação?

 

Resposta: Justamente essa é a proposta da Dieta do DNA, uma excepcional forma de ajustar o nosso estilo de alimentação, procurando o amoldar à recomendação ditada pela Nutrigenômica. O nosso organismo, assim como o de todos os cidadãos do mundo, um por um, tem a capacidade de se proteger, de frear o processo de envelhecimento e a de reprimir a manifestação das diversas doenças ditas “próprias da idade”.

O que ocorre é que: todos esses mecanismos protetores (que previnem o envelhecimento e que nos protegem das doenças) funcionam em razão do trabalho de genes específicos que, ao longo das nossas vidas, sofrem um processo de desgaste, mau funcionamento e colapso; ditado por influências ambientais, especialmente as provenientes dos alimentos que os consumimos no dia a dia. Existem alimentos que são benéficos para o funcionamento desses genes e alimentos que são danosos a eles. Se praticarmos um estilo de alimentação que melhor se amolde às características que favoreçam o bom funcionamento desses genes estratégicos, podemos protegê-los dos danos causados pelos nutrientes impróprios para eles. Induzidos, todos esses virtuais males, pela perda gradual da capacidade funcional destes genes protetores. A adoção de uma estratégia de proteção e preservação desses genes vitais a nós, através do controle de nossa alimentação, nos garante uma vida longa, saudável, com excelência em qualidade de vida.

 

6- O por que você tem que emagrecer já?

 

Resposta: Observamos uma concepção muito disseminada, firmemente arraigada, mesmo entre os profissionais da saúde, de que existem gordos mórbidos e gordos saudáveis. Gordos saudáveis?! Existem gordos saudáveis? Na verdade, até há pouco tempo atrás, se aceitava como factível esse tipo de avaliação em relação aos indivíduos de perfil um tanto roliço. Era uma distinção que se fazia entre a gordura subcutânea e a gordura visceral. A gordura subcutânea não seria tão danosa para a saúde; enquanto que, efetivamente danosa para a saúde seria a gordura visceral. Porém, se nós nos armarmos do conhecimento científico mais recente, não podemos admitir tal tese do “gordo saudável”. Pois, mesmo a gordura subcutânea (ainda que, efetivamente seja, de fato, menos ameaçadora do que a gordura visceral) traz danos substanciais à saúde. Por que? Porque, hoje, encaramos as células adiposas (células armazenadoras de gordura) não simplesmente como reservas de combustível para as grandes demandas de energia, como quando nos exercitamos fisicamente; ou para as situações de carência de alimentos. Mas, seriam (as células adiposas) verdadeiras glândulas produtoras de hormônios. Os adipócitos produzem vários tipos de hormônios (principalmente autócrinos e paracrinos) e que são, eles, indutores de malefícios potencialmente mortais, tais como o câncer, a aterosclerose, o diabetes, a síndrome metabólica e, uma lista enorme de doenças). Portanto, devemos rechaçar, vigorosamente, todas as tentativas de emprestar qualquer conotação “saudável” para a gordura corporal.

 

7- Dietas dos pontos ou dos dias de semana têm embasamento científico? E são seguras?

 

Resposta: Não só não gozam de embasamento científico como também elas vêm recheadas de potenciais malefícios para a saúde.

 

8- Porque algumas pessoas comem mais que outras e não engordam?

 

Resposta: Justamente porque não existem duas pessoas geneticamente iguais no planeta. Na verdade, nem mesmo os gêmeos idênticos, segundo descobertas científicas muito recentes são, de fato, geneticamente idênticos. Eles têm sim, exatamente os mesmos genes. Mas, de acordo com as novas descobertas da Epigenética o comportamento dos nossos genes é, inexoravelmente e em última análise, dependente de fatores ambientais diversos. De modos que, essas divergências de comportamento, dos vários genes que compõem os chamados gêmeos idênticos, univitelinos, já têm início dentro do próprio útero da mãe. Quando eles nascem (o par de gêmeos) já não são mais geneticamente idênticos, rigorosamente falando. Existe um termo técnico, estritamente vinculado à ciência epigenética que é o termo epigenoma. Que viria a ser, justamente, a constituição genética, de cada pessoa avaliada, já consideradas as “mudanças” epigenéticas sofridas pelo seu genoma. Dessa forma, gêmeos idênticos teriam o mesmo genoma sim, mas não o mesmo epigenoma! Ao longo de suas respectivas vidas essas diferenças, inicialmente pequenas, vão se ampliando e, o par apresentará características destoantes cada vez mais acentuadas no decurso de suas respectivas vidas. Bom, então se é assim, imaginem-se pessoas que são geneticamente diferentes umas das outras. Apesar de não ser regra geral, a diferença entre: uma mesma quantidade calórica de alimentos ingerida, ela fazer engordar ou não a mesma pessoa, pode estar na compatibilidade ou na incompatibilidade desses mesmos alimentos com a sua genética individual. Um cardápio personalizado, muitas vezes, pode fazer uma grande diferença.

 

9- Dá para saber se a pessoa é saudável pela estética do corpo, se é gordo ou magro?

 

Resposta: A resposta é sim; e, ao mesmo tempo, não. Porque já vimos que pessoas gordas não podem ser rigorosamente saudáveis. Já, o fato de uma pessoa ser magra, não há nenhuma garantia de que ela esteja necessariamente saudável: pode estar subnutrida, anêmica, como no caso das pessoas anoréxicas. Muitas vezes algumas pessoas aparentam ser mais gordas que outras e serem mais saudáveis do que aquelas de aparência mais magra. Mas, o oposto também pode perfeitamente ocorrer. Usuários de anabolizantes, ratos de academia, têm corpos esculturais, parecem esbanjar saúde e energia. Organicamente falando, no entanto, podem ter seus fígado e rins absolutamente “detonados”. A aparência em si das pessoas, se trata apenas de um detalhe de uma significância absolutamente  relativa.

 

10- Qual a relação das doenças com a má alimentação?

 

Resposta: Creio já ter respondido a essa pergunta em várias das questões anteriores aqui levantadas: as doenças e a má alimentação sempre andam de mãos dadas. Formam um casal perfeito!

 

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Publicada por: Felipe Ribeiro, em: 01/03/2017 15:05:57

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