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De olho no consumidor jovem, que adotou a moda de colecionar desde o penduricalho de celular às canetas coloridas, passando pelos bottons que estampam as bolsas e mochilas, as grifes têm investido em tags multicoloridos e com mensagens para refletir ou entreter. As etiquetas customizadas tem como objetivo conscientizar ao mesmo tempo em que enfeitam as agendas, murais ou cadernos dos adolescentes. O sucesso dos tags se transformou para os lojistas em uma estratégia para fidelizar o cliente e agregar valor à marca.
O professor de marketing e planejamento estratégico da Faculdade Mackenzie-Rio, Agostinho Varandas, alerta para o fato de que, apesar de ser um caminho certo para gerar fidelidade do cliente, é preciso que os gestores estejam atentos a alguns detalhes antes de lançar o tag da marca.
“Os tags permitem que o cliente se lembre da marca e tenda à fidelização, já que é diferencial que encanta. Porém, se este algo a mais não agradar, certamente a lembrança não será fixada na mente. Por isso que a preocupação maior da empresa deve ser conhecer o perfil dos consumidores antes de criar os tags. É preciso identificar as necessidades e gostos do cliente para que a fidelização se efetive. Isso significa que amostra significativa do mercado-alvo tem que estar de acordo com o conceito do tag”, ressalta Varandas.
PESQUISA DE MERCADO. O professor lembra que a melhor forma de perceber o consumidor é por meio da pesquisa de mercado, ferramenta pouco utilizada no varejo atualmente. "É uma estratégia que dá certo, mas não se pode fugir da afinidade da marca com o perfil do cliente. Uma pesquisa é válida até mesmo no caso das marcas que já são renomadas no mercado, pois será preciso desenvolver produtos de bom gosto, de acordo com o grau de refinamento do consumidor", observa ele.
Na Love, a estilista e proprietária da marca, Patrícia Almeida, costuma se colocar no lugar do cliente na hora de criar os tags. "É um detalhe que valoriza a roupa de forma bastante contundente. Assim como eu valorizo uma peça que tenha um tag bonito, sei que o meu cliente também presta atenção, chegando, inclusive, a colecioná-los", explica ela. Para o verão, a marca carrega na sua etiqueta o conceito da coleção, batizada de "De praia a praia, por todo o litoral". No tag, pode-se ver um roteiro de lugares eco-friendly no Rio de Janeiro. Patrícia diz que, assim, investe em dicas culturais, de restaurantes naturais e de ações de preservação da natureza, trazendo informações que não podem faltar na programação daqueles que se encantam com o pôr-do-sol e não resistem a um mergulho no mar.
"Nossas coleções são todas temáticas e, a cada uma delas, desenvolvemos uma cara nova para tudo, da embalagem à decoração das lojas. Em meio a isso, estão os tags que mudam de formato e trazem sempre uma mensagem que esteja de acordo com o conceito que queremos repassar", diz Patrícia.
Seguindo o discurso sobre liberdade de expressão nas etiquetas, a Jonny Size, grife do vocalista do Rappa, Marcelo Falcão, traz as idéias e pensamentos do cantor, em textos que instigam o equilíbrio entre as diversas tribos. Ademir Custódio, administrador da marca, acredita que os tags reforçam a marca, além de aproximar a banda do seu público.
MEIO AMBIENTE. A conscientização ambiental é a mensagem que a Base, marca jovem do grupo Dudalina S/A, trouxe para suas fichas. Feita em papelão, com o desenho das setinhas que indicam a reciclagem, a peça é um alerta em favor da natureza. A cada coleção é lançada uma mensagem diferente e a idéia de investir em tags veio da certeza de que esta é uma forma de agregar valor à marca."
PESQUISA DE MERCADO. O professor lembra que a melhor forma de perceber o consumidor é por meio da pesquisa de mercado, ferramenta pouco utilizada no varejo atualmente. “É uma estratégia que dá certo, mas não se pode fugir da afinidade da marca com o perfil do cliente. Uma pesquisa é válida até mesmo no caso das marcas que já são renomadas no mercado, pois será preciso desenvolver produtos de bom gosto, de acordo com o grau de refinamento do consumidor”, observa ele.
Na Love, a estilista e proprietária da marca, Patrícia Almeida, costuma se colocar no lugar do cliente na hora de criar os tags. “É um detalhe que valoriza a roupa de forma bastante contundente. Assim como eu valorizo uma peça que tenha um tag bonito, sei que o meu cliente também presta atenção, chegando, inclusive, a colecioná-los”, explica ela. Para o verão, a marca carrega na sua etiqueta o conceito da coleção, batizada de “De praia a praia, por todo o litoral”. No tag, pode-se ver um roteiro de lugares eco-friendly no Rio de Janeiro. Patrícia diz que, assim, investe em dicas culturais, de restaurantes naturais e de ações de preservação da natureza, trazendo informações que não podem faltar na programação daqueles que se encantam com o pôr-do-sol e não resistem a um mergulho no mar.
“Nossas coleções são todas temáticas e, a cada uma delas, desenvolvemos uma cara nova para tudo, da embalagem à decoração das lojas. Em meio a isso, estão os tags que mudam de formato e trazem sempre uma mensagem que esteja de acordo com o conceito que queremos repassar”, diz Patrícia.
Seguindo o discurso sobre liberdade de expressão nas etiquetas, a Jonny Size, grife do vocalista do Rappa, Marcelo Falcão, traz as idéias e pensamentos do cantor, em textos que instigam o equilíbrio entre as diversas tribos. Ademir Custódio, administrador da marca, acredita que os tags reforçam a marca, além de aproximar a banda do seu público.
MEIO AMBIENTE. A conscientização ambiental é a mensagem que a Base, marca jovem do grupo Dudalina S/A, trouxe para suas fichas. Feita em papelão, com o desenho das setinhas que indicam a reciclagem, a peça é um alerta em favor da natureza. A cada coleção é lançada uma mensagem diferente e a idéia de investir em tags veio da certeza de que esta é uma forma de agregar valor à marca.
O gerente de marketing da Base, Edinho Vasques, diz que todos os produtos recebem os tags. "Além de valorizar a marca, é um detalhe que consegue fidelizar o cliente. Vejo dois momentos na compra de uma peça: o de experimentação da roupa e aquele em que o consumidor pára para ler a mensagem do tag", destaca ele.
Na última quarta-feira, uma festança no Jockey Club de São Paulo comemorava os 30 anos, em 2008, do perfume Azzaro Pour Homme. A festa comemorava também o lançamento do novo perfume da marca, o Azzaro Now, uma tentativa sua de expandir para um mercado mais jovem, de "cabeça formada e alma de criança". O difícil é acreditar que esta nova fragrância vá tirar o Azzaro Pour Homme da posição de perfume masculino mais vendido no Brasil.
O gerente de marketing da Base, Edinho Vasques, diz que todos os produtos recebem os tags. “Além de valorizar a marca, é um detalhe que consegue fidelizar o cliente. Vejo dois momentos na compra de uma peça: o de experimentação da roupa e aquele em que o consumidor pára para ler a mensagem do tag”, destaca ele.
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